Pesquisa aponta a fé e a criatividade como os traços mais marcantes dos brasileiros

Os respondentes foram indagados sobre quais características positivas melhor representariam o país e a sua gente

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Por Aleteia

Fé e criatividade seriam as características mais relevantes dos brasileiros segundo os próprios brasileiros.

O Observatório Febraban, iniciativa da Federação Brasileira de Bancos, encomendou uma pesquisa de opinião realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), sediado em Recife, para saber quais são os traços que os brasileiros consideram mais marcantes na população do país. Os resultados, conforme divulgado pela imprensa no último fim de semana, destacaram fé e criatividade, assim como a capacidade de superação.

Os respondentes foram indagados sobre quais características positivas melhor representariam o país e a sua gente.

A fé foi apontada como o traço mais característico dos brasileiros para 30% dos entrevistados, que a escolheram a partir de uma lista com múltiplas respostas. O segundo traço mais marcante, com 20% das menções, foi a criatividade, seguida pela capacidade de superação, que obteve 15% das respostas.

O censo nacional realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010 registrou que mais de 90% da população brasileira se declarava ligada a alguma religião. Realizado a cada 10 anos, o censo nacional previsto para 2020 precisou ser adiado devido à pandemia de covid-19 e deverá realizar-se em 2022.

Assim como a recente pesquisa que destacou fé e criatividade como os traços mais marcantes dos brasileiros, outros levantamentos recentes apontaram que a religiosidade continua importante para os brasileiros, mas com mudanças relevantes no tocante aos números de cada religião em particular.

Segundo uma pesquisa de 2019 feita pelo Datafolha, por exemplo, as denominações neopentecostais registraram crescimento destacado, sendo hoje seguidas por 31% dos brasileiros, contra 22% em 2010. De acordo com a mesma pesquisa, os católicos somariam hoje 50% da população brasileira, contra 65% em 2010.

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