Neste domingo, 3 de novembro, haverá dupla comemoração: a posse do novo pároco, Frei Jorge Luiz de Oliveira (foto), e a comemoração pela passagem do 4º aniversário da Basílica. Às 11h30 será celebrada uma Missa Solene, que será presidida pelo Cardeal Orani Tempesta.">
29 de outubro de 2019

Posse de Frei Jorge e 4º aniversário da Basílica será no dia 3 de novembro

Celebração será no mesmo dia do quarto aniversário da Basílica; Cardeal Orani Tempesta presidirá Missa Solene

Frei Jorge

Frei Jorge de Oliveira: “O canto é fundamental na liturgia mas também é desafiador”

Por Emilton Rocha / Pascom

Dois meses após ser eleito Ministro Provincial da Província Nossa Senhora dos Anjos, que abrange os estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Leste de Minas, Frei Arles Dias de Jesus indicou Frei Jorge Luiz de Oliveira [mais conhecido como Frei Jorge Nóia por causa do sobrenome do pai] para substituí-lo nas funções de pároco e reitor do Santuário Basílica de São Sebastião. Nomeado pelo Conselho Provincial após a indicação, Frei Jorge que atualmente é pároco da fraternidade de São Serafim Montenegraro, bairro Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias (RJ), tomará posse neste domingo,  3 de novembro.

A sua investidura vai acontecer na data do quarto aniversário de elevação do Santuário de São Sebastião à condição de Basílica. Às 11h30, haverá celebração de Missa Solene que será presidida pelo Cardeal Orani Tempesta.

Natural de Pancas (ES), o frade capuchinho nasceu em 15 de dezembro de 1955, filho de José Nóia de Oliveira e Maria Borges de Oliveira. Aos 23 anos, ingressou na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos (vestição) em fevereiro de 1978, celebrando a Profissão Temporária um ano depois. Após três anos, professou a Profissão Perpétua e sua Ordenação Sacerdotal ocorreu em outubro de 1983.

Com especialização em Estudos Filosóficos, Teológicos e Missiologia pela Universidade Gregoriana (Roma), seus encargos na Ordem foram: Guardião, Pároco, Diretor dos Pós Noviços e Ministro Provincial, nos anos 2007 a 2013.

Em 29 de março de 1977, em Santa Teresa (ES), Frei Jorge ingressava no Postulado tendo como Formador Frei José Corteletti e vice formador Frei Francisco de Manus. Em 1978, ingressou no noviciado na Tijuca (RJ), tendo como mestre de noviços Frei José Ubiratan Lopes, hoje bispo da Diocese de Itaguaí (RJ). Em fevereiro de 1979 emitiu seus primeiros votos religiosos. Ainda naquele ano, passou a residir em Petrópolis, no Convento Sagrado Coração de Jesus, cursando Filosofia e Teologia no Instituto Teológico Franciscano. Quatro anos após, foi ordenado sacerdote na cidade mineira de Mantena, pelas mãos de dom Antônio Eliseu Zuketo.

Agradeço a província pela confiança em mim depositada e peço a Deus forças para dar conta do trabalho.”

Frei Jorge fez parte das fraternidades São Crispim, de Viterbo (Mantena-MG), Nossa Senhora dos Anjos (Itambacuri-MG), São Francisco de Assis (Santa Teresa-ES), São Félix de Cantalício (Viana-ES), Nossa Senhora Aparecida (Petrópolis-RJ) e São Sebastião (Tijuca-RJ). De julho de 2007 a setembro de 2013 foi Ministro Provincial. Atualmente está na fraternidade de São Serafim Montenegraro, em Santa Cruz da Serra (Caxias-RJ), exercendo a função de Pároco da comunidade de Santa Cruz da Serra.

Em entrevista à Pascom, ele disse que com o Capítulo Provincial que o elegeu, todos os frades se colocam à disposição para qualquer serviço numa de suas fraternidades.

– Entendemos que este é um momento, por difícil e complexo que seja. A transferência renova nossos projetos e abre novos caminhos. Assim vejo esta proposta e agradeço a província pela confiança em mim depositada. E peço a Deus forças para dar conta do trabalho.

Perguntado sobre o que pediria às pastorais e movimento, o novo pároco respondeu:

– É de sermos capazes de caminharmos juntos, cheios de esperança e confiança em Deus que nos guia e protege, e também uns nos outros, valorizando e respeitando o que cada um tem de melhor a dar, dentro das suas possibilidades e dons, com olhar de uma igreja viva, atuante, franciscana da paz e do bem.

Na opinião do novo reitor, a evangelização e a música têm que andar lado a lado.

– O canto é fundamental na liturgia mas também é desafiador, pois a grande questão é quem estiver na coordenação, nos microfones ajudar, motivar e incentivar a assembleia a que todos cantem, louvem a Deus. Isso é maravilhoso e a nossa liturgia nos oferece tais possibilidades nas celebrações.

clear