17 de julho de 2018

Arquidiocese comemora cinco anos da JMJ Rio 2013

A JMJ é um marco na vida de qualquer país e, principalmente, na vida da juventude

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Missa de Envio da JMJ Rio 2013, na Praia de Copacabana / Foto: Wikimedia (Domínio público) / Fotos abaixo: Emilton Rocha

Por ACI Digital

Neste mês, a Arquidiocese do Rio de Janeiro comemora cinco anos da realização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013, que aconteceu entre os dias 23 de 28 de julho daquele ano; para festejar a data, promoverá um encontro na Catedral Metropolitana de São Sebastião, tendo em vista também a JMJ Panamá 2019.

O encontro pelos cinco anos da JMJ Rio será no dia 28 de julho, a partir das 13h, na Catedral Metropolitana e, segundo o assistente eclesiástico do Setor Juventude, Padre Jorge dos Santos Carreira, trata-se de uma celebração “importante, porque nos faz recordar os acontecimentos e a mensagem que Deus trouxe ao nosso coração nos tempos atuais”.

O sacerdote indicou ao site ‘ArqRio’ que “a JMJ, com certeza, foi um marco em nossa cidade. Na Arquidiocese, ela foi uma mobilização extraordinária de fé, tanto nas paróquias quanto no acolhimento das catequeses e eventos centrais”.

O evento terá início às 13h, com a acolhida, seguida pela bênção do Santíssimo Sacramento, presidida por Padre Jorge Carreira. Logo após, haverá a abertura feita pelo Bispo Auxiliar do Rio e animador da juventude, Dom Paulo Alves Romão

“A partir da mensagem do Papa Francisco, que nos enviou para fazer discípulos, os jovens receberam e têm recebido um impulso maior para ser aquilo que Deus quer, trazendo à tona, na vida paroquial, o protagonismo leigo”, afirmou.

Por sua vez, o pároco da Catedral, Cônego Cláudio dos Santos, considerou que este encontro “será uma oportunidade para vivenciarmos e percebermos ainda mais as graças de Deus, que contagiaram não somente o coração dos jovens, mas das famílias, que foram tocadas e evangelizadas ao abrirem as suas casas, acolhendo os peregrinos”.

O evento terá início às 13h, com a acolhida, seguida pela bênção do Santíssimo Sacramento, presidida por Padre Jorge Carreira. Logo após, haverá a abertura feita pelo Bispo Auxiliar do Rio e animador da juventude, Dom Paulo Alves Romão.

O missionário da Comunidade Canção Nova, Emanuel Stenio, fará um momento de pregação, sobre o lema “As jornadas e o sonho de São João Paulo II, décadas depois”. Segundo ele, será abordada “a importância de perseverar no caminho do Senhor e trilhar esse caminho, custe o que custar”.

“Olhando para a juventude, que é tão afligida pelas dificuldades, pelas drogas, violência e prostituição, por todo o mundanismo que vivemos hoje, sinto-me na obrigação de ser um jovem ousado, protagonista, levando a Palavra de Deus. A JMJ é um marco na vida de qualquer país e, principalmente, na vida da juventude. É louvável recordar esse tempo após cinco anos, para que não nos esqueçamos do que vivemos, trilhando um caminho em direção à próxima JMJ, no Panamá”, acrescentou.

No evento do dia28, a Santa Missa será presidida pelo Bispo Auxiliar do Rio Dom Joel Portella Amado, eu durante a jornada de 2013, era o coordenador geral do comitê local.

A JMJ trouxe muitos frutos

Em um recente artigo intitulado “Cinco anos da JMJ Rio 2013”, Dom Joel Portella recordou que este evento que reuniu milhões de jovens do mundo todo com o Papa Francisco no Rio de Janeiro “trouxe muitos frutos”.

“Ela nos fortaleceu, por exemplo, no caminhar em comum, tornando-nos capazes de construir algo que não conhecíamos e para o qual não havíamos feito treinamento especial algum. Mostrou caminhos novos para a ação evangelizadora com a juventude. Abriu as portas de casas, instituições e corações, vencendo desconfianças e até mesmo rejeições. Mostrou ser possível vencer barreiras que se manifestavam intransponíveis, testemunhando, ao final, o que acontece quando deixamos Jesus Cristo agir”, expressou.

DSC_1315a (Copy) DSC_1546 (Copy) DSC_1558a (Copy)Além disso, “tocou o coração dos jovens e dos adultos, dos católicos e dos não católicos, dos que participaram diretamente e dos que assistiram pelos meios de comunicação. Semeou vocações para o sacerdócio e a vida consagrada, vocações que agora, cinco anos depois, começam a ser colhidas pela Igreja”.

O Prelado indicou que muitos questionavam, como ainda questionam, se vale apena investir valores altos em um evento de cinco dias, aos quais responde que “todos os recursos materiais estão a serviço da evangelização, que não se mede apenas pela quantidade de dias de um evento”. “As jornadas – ressaltou – se medem por sua capacidade de chegar aos corações”.

Dom Portella informou ainda que a Arquidiocese do Rio de Janeiro já se prepara para a JMJ Panamá, que acontecerá de 22 a 27 de janeiro de 2019, tendo visitado a sede da próxima Jornada e conversado com o comitê panamenho, “tudo em vista da participação do grupo oficial carioca”.

O Prelado afirmou saber que, certamente, este não será o único grupo carioca no evento, mas sim o “oficial”, que terá a presença do Arcebispo, Dom Orani João Tempesta.

Este grupo oficial fará “a Semana Missionária, mais conhecida como pré-jornada, na Diocese de Chitré, região costeira do Pacífico. Ali, ao contrário da capital, estaremos em contato muito direto com as pessoas e seu jeito panamenho de ser”.

Por isso, o Bispo Auxiliar concluiu lançando dois convites: “primeiramente, para participar da Jornada no Panamá e, é claro, integrar conosco o grupo oficial da Arquidiocese do Rio de Janeiro”; em seguida, “a participar também da celebração dos cinco anos da JMJ do Rio, um momento de recordação e ação de graças”, no próximo dia 28 de julho, na Catedral Metropolitana.

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